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Meu nome é Valéria, eu tenho 13 anos de idade, nasci às 22:30 hs do dia 11 de dezembro de 1985, no hospital Nossa Senhora de Fátima, tenho um irmão de 18 anos que se chama Anderson, uma irmã de 15 anos chamada Érika, um irmão de 1 ano e 9 meses que se chama Guilherme. Minha mãe Virtude que gosta de ser chamada de Vera e meu pai Idemauro são separados, moro c/ minha mãe e meu padrasto que é pai do Casula, ou seja, pai do Guilherme. |
Com o meu pai verdadeiro tenho 3 irmãs que nem conheço. Meu pai tem 77 anos de idade e minha mãe 37, o meu padrasto tem mais ou menos uns 36 anos de idade. Minha tia Nice (irmã da minha mãe) deve estar chegando nos 40 anos de idade, meu primo Clayton é 3 meses mais velho que eu. No momento moro no Campo dos Alemães c/ minha tia, meu primo, meu padrasto, e meus irmãos Érika, Anderson e Guilherme.
Quando eu nasci, quem fez o meu parto foi minha mãe. Pois ela estava tão quieta que o médico achou que ela ia agüentar esperar, pois ele precisava fazer um outro parto de emergência e ainda por cima cesariana. Eu nasci sozinha com minha mãe e só depois que eu chorei foi que veio uma enfermeira socorrer minha mãe.
Eu era uma criança muito comilona, pois ás 23:45 a enfermeira já me levou para ser amamentada. Eu chorava muito e os médicos não conseguiam descobrir o que eu tinha. Quando minha mãe recebeu alta eu não recebi porque os médicos não conseguiam descobrir qual era o meu maior problema, isso porque eu não tinha só um problema de saúde e sim vários. Minha mãe teve que assinar um termo de responsabilidade para poder me levar pra casa. Um de meus problemas era um tumor muito grande que eu tinha nos ouvidos e por eu não escutar eu não aprendia a falar. Nós morávamos no Parque Industrial quase ao lado do pronto-socorro, e minha mãe vivia correndo comigo para o hospital.Quando eu estava quase com 2 anos de idade os meus problemas foram se acabando sem explicação e os médicos ficaram impressionados. Completando 2 anos de idade, eu já dava os meus primeiros passos quando minha mãe deu umas papeladas importantes para o meu irmão Anderson queimar e colocou eu ao lado dele para ver a fogueira, quando ele foi pegar o papel pegou minha fralda que estava com a chupeta amarrada, pegou fogo na ponta da fralda e eu puxei para colocar a chupeta na boca. Foi quando queimou a minha perna direita inteira e um pouco da esquerda.. Fiquei com mais medo e demorei mais ainda para andar. A queimadura foi muito feia, corroendo uma parte da carne do meu pé e roendo o osso. As minhas primeiras palavras foram demoradas e como demoradas.
Larguei da chupeta com 2 anos de idade, mais eu acho que não foi por causa do fogo.Valéria - Fundhas
Eu nasci 05 de Agosto de 1.988. Minha mãe fez parto normal, eu moro em São José dos Campos.
Quando eu nasci, não passou muito tempo eu tive que voltar para o hospital porque fiquei muito doente, fiquei com gripe forte e fiquei internada, quem ficou comigo foi minha avó.
Passou algum tempo eu estava correndo e o carro passou na minha perna o para choque cortou a minha perna fiquei muito tempo cuidando.
Quando fiquei maior tive que fazer outra operação que era da apendicite eu estava com muito medo mas eu fiz porque eu precisava dessa operação, minha mãe já fez também gastou uma nota, comigo foi a mesma coisa. Quando creser quero ajudar minha família assim como elas me ajudaram, meu pai fez uma operação igual a minha foi uma operação muito boa meu pai não teve nada que o prejudicasse ele só está com uma cicatriz, ele esta ótimo.Na próxima semana falarei sobre meus antepassados....Viviane Tamara - Fundhas
Quando eu nasci aconteceram muitos fatos comigo, eu com meus primeiros meses minha avó cuidou de mim pois minha mãe tinha ficado no hospital mas aí minha avó estava passando grandes necessidades por isso minha avó não teve condições de cuidar de mim e dos meus irmãos então minha avó decidiu deixar eu com minha vizinha eu fiquei lá até os 10 anos de idade quando eu tinha 6 ou 7 meses eu tive pneumonia e minha vizinha tratou de mim, fiquei internada durante 30 dias no hospital quando sarei minha mãe queria ficar um pouco comigo eu tinha bastante problemas de saúde, quando tive bronquite asmática, não estava aguentando mais parecia que eu iria morrer de tanta falta de ar, fiquei no hospital mais uma vez tive que operar o pulmão pois ele estava prejudicando a minha saúde fiquei muito tempo de repouso, depois cresci e não tenho nem um problema até agora de saúde e nem quero ter mais, não quero passar por mais dificuldades que eu já passei, hoje eu já moro com minha mãe e minha avó. Foi muito bom eu saber da minha vida no passado!
Queria poder saber mais para falar para vocês e para eu ficar mais infomada sobre minha vida no passado e ver a minha história que foi no passado como mais uma fase da minha vida realidade.
Agora queria que você contasse um pouco de seus antepassados como por exemplo quando você nasceu, se passou dificuldades e etc...
Samara Alves - Fundhas
Eu nasci no dia 23/01/87, em São Paulo. Quando eu nasci eu era bem pequenininha, também era gordinha, os médicos falaram de brincadeira para a minha mãe que eu parecia um beby. Todas as pessoas do hospital me admiravam porque eu era um bebezão.
Quando eu completei um ano minha mãe fez um bolinho de aniversário para mim. Quando eu tinha um aninho quem cuidava de mim era a minha irmã mais velha, para a minha mãe trabalhar, minha irmã cuidava muito bem de mim, ela me dava banho, dava mama e brincava comigo.
A minha outra irmã, quando eu era pequena ela me derrubou da cama, eu machuquei a minha cabeça e a minha mãe me levou para o hospital e lá os médicos falaram que eu só tinha um galo na cabeça, no hospital eles me
elogiaram pra caramba. A minha avó era super legal para mim, mais o meu avô eu não o conheci, a minha mãe falava muito dele, eu queria tanto conhecê-lo.
Minha mãe falou que quando o meu avô morreu eu nem tinha nascido . Quando eu tinha sete anos eu fui para o Norte, eu fui com a minha mãe, meu pai, minha irmã e eu. Lá no Norte eu brinquei com os meus primos e primas, nós fomos nadar lá no lago com meus primos e primas.
Quando nós voltamos para São Paulo, nós ficamos sabendo que minha avó estava internada no azilo de velhinhos, minha mãe ficou muito triste com os seus irmãos e ela queria saber porque eles fizeram isso com a minha avó mas acabou ficando sem explicação para sua dúvida. Depois de muito tempo, meu pai comprou uma casa aqui em São José dos Campos, e nós viemos morar no Dom Pedro 2, o meu pai está trabalhando na Govani . Minha mãe ficou muito doente e ela foi parar no pronto socorro e graças a Deus ela está melhor. Na Fundhas eu fiz muitas amizades, por exemplo: a Viviane Tamara, Gilzélia e a karinivia. Na minha rua eu fiz amizade com a Valéria, Esmara e o Taliz. Eu estou muito feliz.... Principalmente por participar desse
projeto!Daniela Aparecida - Fundhas
Eu sou descendentes de imigrantes italianos, meus trisavós e bisavós são italianos. Deixaram a Itália porque estava faltando emprego e ela estava em crise, como o Brasil hoje. Fizeram uma viagem sofrida e longa e enfrentaram várias dificuldades para chegar no seu distino. Algumas pessoas deixam seus países obrigadas pela guerra, como está acontecendo em Kosovo, por exemplo. Mas toda mudança de um país para outro é dificil, seja qual for seu motivo, poís é preciso ter muito patriotismo para não perder sua cultura e costumes nacionais.
Mariana Regina Tomazi - E.E. Dr. Jovino Silveira
Na minha opinião, as pessoas se mudam de um país para outro, muitas vezes por poder ter uma vida melhor por causa de condições precárias do modo de vida, ou na maioria das vezes por causa das guerras em vários países do mundo. Meus antepassados por exemplo, vieram para o Brasil para trabalhar em terras, uma parte da Espanha e outra da Itália, em torno de 1907, através de navios. Acho que que essa mudança envolve sacrifícios e sofrimento nessas pessoas, pois deixar o país onde você nasceu e onde está acostumado a viver, com cultura, língua, e um aspecto diferente de todos os outros países, é uma tarefa muito difícil e dolorosa de ser feita.
Marília Pozzer Rodrigues - E.E. Dr. Jovino Silveira
Olá, meu nome é Paulo nasci em S.J Campos meus avós nascidos em Minas Gerais, mas com uma origem Italiana meus bisavós que nasceram na cidade do Porto, meu pai que nasceu em Sergipe e minha mãe nasceu em Minas cidade de Nacipe Raidan.
Eu tenho duas irmãs nascidas no R. G. do Sul que moraram lá por alguns anos, eu nasci aqui mesmo em S.J Campos minha mãe me falava que onde ela nasceu ela passou por muitas dificuldades, além de ser uma cidade pequena era muito chata meu pai foi delegado por muito tempo em Pessanha, cidade de um porte pequeno de habitantes, depois que minha mãe veio para S. J. do Campos minha família passou a morar com meu tio aqui mesmo no Parque Industrial, enquanto moravamos na casa de meu tio minha mãe e meu pai trabalhavam duro para comprar a nossa casa em que moramos até hoje, depois de comprarmos a nossa casa a minha mãe conseguiu vaga em uma creche para as minhas irmãs, a escola que foi o único problema e que era longe de casa e minha mãe tinha
que ir buscar depois de sair do emprego, para ela poder trabalhar ela tinha que sair cedo de casa, ao longo dos anos conseguimos construir a nossa casa meu pai mais tarde conseguiu emprego na Petrobrás, com esse emprego as nossas condições começaram a melhorar, já passado o tempo a minha mãe com meu pai começaram a brigar e terminou em uma drástica separação e hoje em dia o meu pai vai em casa e conversa comigo e com minhas irmãs depois que entrei na FUNDHAS as coisas em casa começaram a melhorar as minhas irmãs
começaram a trabalhar e nossas condições também melhoraram pela graça de Deus está tudo correndo bem com a minha família ?Paulo Roberto Ferreira Bastos - Fundhas
Minha mãe dizia que ela sofria bastante quando ela morava em Porto Alegre, porque a vida de antigamente não é igual a de hoje, lá não tinha televisão, os brinquedos eles é que tinham que fazer para poder brincar e trabalhavam bastante. Meu avô vivia bêbado, ele já morreu eu nem cheguei a conhecê-lo porque quando ele morreu eu era novinha, eu também não cheguei a conhecer uma tia minha. Mas a vida é assim mesmo caindo e levantando mas é assim que aprendemos a viver.
Rubia - Fundhas
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