KIDLINK
|
| KIDLINK nas salas de aula
Compilado por Odd de Presno 11 de junho de 1994 PROPÓSITO
O conceito de KIDLINK é simples, mas fazê-lo funcionar na sala de aula é outro assunto. A finalidade deste documento é informar o que outros professores querem obter de nossos projetos e ensinar alguns " truques" práticos que estão utilizando com sucesso para envolver seus alunos. Como não há grandes diferenças entre KIDS-91, KIDS-92, KIDS-93 e assim por diante, incluímos comentários relativos a todos esses projetos. Relate para nós os " truques" que considerar úteis em sua escola, para ajudar-nos a atualizar regularmente este guia. O melhor é enviar uma descrição de suas experiências diretamente para a lista de discussão KIDLEADER. (Todos os professores participantes devem ler os assuntos discutidos ali.) A segunda opção seria enviar uma mensagem particular para mim em opresno@kidlink.org O QUE OS PROFESSORES PENSAM E FAZEM Canadá Sherry Franklin e Martin McCormack são professores na Hopewell School no centro de Ottawa, capital do Canadá. " Existem cerca de 800 estudantes, desde os de 4 anos do Jardim da Infância até a oitava série. Somos considerados uma escola bilíngüe na qual todos os estudantes são ingleses, mas a maioria aprende em francês. Estes estudantes começam a aprender em francês no Jardim da Infância, aos 5 anos. Ficam na escola em meio período e o professor fala com eles em francês. Aos 13 anos, são bilíngües. Estamos envolvidos com reciclagem e muito interessados em lhe contar o que temos feito. Gostaríamos de saber de seus alunos o que têm feito. Temos um programa de ciência muito ativo e gostaríamos de trabalhar com qualquer grupo interessado nesta área. Lemos sobre um grupo interessado em NASSA. Gostaríamos de receber notícias. Nossas classes de francês gostariam de se comunicar com qualquer pessoa que queira falar francês. Existem cerca de 50 estudantes da quarta à oitava série querendo se comunicar. Isso pode ser feito quase toda tarde e aguardamos notícias." Checoslováquia Milan em Praga escreveu isto no início de 1991: " Aqui estão alguns detalhes sobre amostragem, metodologia e planos para o futuro em países onde o inglês não é a língua nativa. As respostas de nossas crianças serão divididas metodologicamente. Metodologia A:
Mark Wolfe em Zakladni Skola Omska em Praga: Grã-Bretanha
Temos utilizado o correio eletrônico desde 1989, e aprendemos a importância de certas atitudes: cortesia: Procure sempre responder às mensagens que lhe forem enviadas diretamente. confiabilidade: Procure instituir o hábito de trocas regulares entre escolas e de contribuição para os "centros de aprendizagem" ( grupos de escolas envolvidas em projetos) qualidade: A criança deve entender que sua mensagem deve ser bem redigida e atrair o interesse e a imaginação do leitor. Um conjunto de respostas às quatro perguntas do KIDLINK bem preparado e interessante aumenta a possibilidade de recebimento de mensagens. solidariedade: A Internet onde todos nos encontramos é 'uma base de dados viva'. Faça uma pergunta, e encontrará muitas pessoas dispostas a responder. Tente reforçar este procedimento oferecendo seus conhecimentos. Alemanha Kerstin Battel, uma estudante de 13 anos do ginásio Caecilienschule em Oldenburg, escreveu recentemente o seguinte em KIDCAFE: "Estou escrevendo esta carta na escola. Todas as segundas-feiras e sextas-feiras há encontros através do computador. É muito interessante escrever para pessoas de todo o mundo." Volker Ulle (Langenhagen, Germany): "Acho uma ótima idéia reunir 'opiniões' de
crianças de hoje em todo o mundo. E coletar esperanças
e desejos de crianças pelo mundo para fazer um retrato
da vida das crianças em vários países. E através das
respostas talvez se possa construir a idéia de uma
'aldeia global' nas mentes infantis Noruega Na Moland Comprehensive School, dois rapazes de 15 anos muito interessados em computadores foram designados coordenadores do KIDLINK. Trabalham um dia inteiro por semana. Funções: ajudar os professores a introduzir o KIDLINK em várias classes, dar entrada e enviar respostas, solucionar problemas técnicos etc. Hallvard Rydland - professor da sexta série do
colégio Knarvik - oferece o seguinte conselho
prático: E... outras nunca experimentaram esta emoção. Que podemos fazer para ajudá-los a receber uma resposta a suas cartas? Existem na minha escola algumas crianças nesta situação. Têm vontade participar e se aplicam bastante em sua correspondência. Não haveria em outros lugares professores com o mesmo 'problema'? Minha idéia é: Se você me fornecer os nomes de algumas de suas "crianças-que-não-recebem-resposta" e eu lhe fornecer os nomes das minhas, talvez possamos colocá-las em contato... Não pretendo forçá-las a serem amigas, mas
poderíamos indicar-lhes o caminho... como fazemos na
escola... Itália Ivana e Gianfranco vivem em Bolonha, na Itália. Ela escreve: "Sou professora de inglês. Gostaria que meus
alunos trocassem mensagens com crianças da mesma idade
(de 11 a 14 anos) em inglês." Rússia Maria Chermnykh é professora no Protvino Lyceum, uma escola de um novo tipo. Eis suas experiências: "Dou aula principalmente para a sétima e a oitava séries. De início, não foi fácil interessar os estudantes no projeto. Alguns deles, depois de responder as quatro perguntas, ficaram esperando pelas mensagens e, quando não chegaram, ficaram desapontados e não quiseram escrever mais. Mas, com o passar do tempo, viram que aqueles que persistiam e continuavam a escrever recebiam respostas. E começaram a trabalhar. Assim, estabelecemos comunicação com muitas escolas e diferentes países." Alguns estudantes, como Nadin Zakamskaya, Lena Rykova, Ann Mukhina, Maxim Svyato e Kirill Lugovsky receberam cerca de 50 mensagens. Todo dia, recebemos cartas. Como se sabe, nosso país não era tão aberto, e não sabíamos muito da vida em outros lugares. Agora, é como ler um livro muito interessante. Crianças dos Estados Unidos, da França, Alemanha, Noruega, do Japão e da Itália nos escrevem sobre suas escolas, seus interesses e até enviam receitas típicas da cozinha de seus países. Quando estudamos o Natal (pela primeira vez), este ano, pudemos conhecer as tradições e formas de celebrar das crianças americanas pelas cartas. Foi muito útil. A outra razão muito importante pela qual apoiamos
este projeto é a oportunidade de nossos estudantes
praticarem o inglês. Creditamos o grande sucesso
alcançado à correspondência. Eles já conseguem
escrever cartas sem a ajuda dos professores. Fazemos isso
com freqüência nas aulas. Os alunos até mesmo tentam
falar inglês, o que é muito importante. Antes, quem
aprendesse uma língua estrangeira podia não usá-la
nunca durante toda a vida. Hoje em dia, porém, tudo
está mudando em nosso país. Não estamos mais separados
do mundo. Isso é bom. Paul Riding é professor na Colonial Heights Junior School em Virgínia, Estados Unidos. Sua matéria é Literatura via Computador, mas ele é também coordenador da área de Informática Educacional desta escola. No verão de 1990, ele escreveu: "Com a adesão dos professores de Estudos Sociais a nosso grupo em expansão de intrépidos exploradores, planejamos implementar os estudos da cultura dos países envolvidos, ou seja: língua, clima, economia, tipo de estrutura de governo, oportunidades educacionais etc. O Departamento de Inglês continuará sendo o centro de *escrita* (*writing*). Alguns estudantes receberam e/ou enviaram cartas para a Noruega a partir de 13 de maio. Bom trabalho. Além disso, com o projeto BARK envolvendo o Departamento de Ciências, tentaremos integrar os temas ligados ao meio-ambiente e os sociais, elaborando assim para o próximo ano um currículo realmente interdisciplinar." Joe Serico é professor de computação no distrito em Paterson (Nova Jersey, EUA), uma grande cidade na costa leste ( a cerca de 27 quilômetros de Nova York). Existem mais de 20.000 estudantes no distrito. "Neste ano, 10 de nossos alunos participaram ativamente do projeto KIDLINK. Gostaria de dizer a todos como uma escola integrou o projeto a seu currículo e pedir um favor. A turma da oitava série da sra. Rankin na escola #18 fez do KIDS-92 um projeto contínuo ao longo do ano. A turma tem acesso a 10 computadores Apple II equipados com Appleworks. Cada estudante tem seu disquete de dados pessoal e utiliza o Appleworks para escrever todas as mensagens para o KIDCAFE, salvando-as depois no disquete. Isso possibilita o envio de várias mensagens com uso do PROTERM (um pacote de comunicação da Apple II), economizando tempo e dinheiro. Os estudantes criaram uma pasta/caixa postal para salvar as mensagens que chegam. A cada dois dias, um estudante é selecionado para ser o 'carteiro', e procura na caixa postal da escola as mensagens para sua turma. As mensagens são baixadas, impressas e distribuídas aos alunos para que as salvem em suas caixas postais. Além de participar do KIDCAFE, os estudantes foram solicitados a selecionar um país ou estado com que a classe tivesse mantido correspondência e escrever sobre ele um relatório. Podiam utilizar métodos normais de pesquisa, mas eram incentivados a solicitar informações a seus colegas de teclado. O relatório incluiria mapas e informações sobre clima, população, sistema de governo e história. Esses relatórios são todos esperados para 10 de junho de 1992, sexta-feira. Além desses relatórios, pediu-se aos estudantes que recolhessem receitas com seus colegas de teclado. As receitas foram coletadas e passadas para uma base de dados Appleworks e serão usadas no fim do ano, na Celebração e Festival Internacional de Alimentação. As comidas serão preparadas pelos próprios estudantes e convites expedidos para os pais e funcionários de Paterson. Os relatórios completos ficarão em exposição, e parte do trabalho de cada estudante estará disponível em Hypermedia setup usando Hyperstudio para Apple IIgs. Os estudantes gostariam de demonstrar o KIDLINK para todas as pessoas que comparecerem ao festival. É aí que vem o favor... gostaríamos que enviassem mensagens para eles... diretamente para este endereço eletrônico ou através do KIDCAFE ... Ponha Escola #18 no destinatário. Basta dizer alô..." Joan Button é coordenadora da área de computação em um pequeno distrito escolar (1.000 estudantes, K - 12) localizado nas montanhas Adirondack, no estado de Nova York, Estados Unidos. Ela escreve: "Temos uma turma de quinta série que acabou de responder às quatro perguntas e quer participar do projeto "Reações e Preocupações Quanto à Guerra" ("War Concerns and Reactions project"). Temos também uma turma de segundo grau que quer se comunicar com jovens de Haifa, Israel -- especialmente depois que a guerra começou. Cada estudante enviou uma mensagem na sexta-feira, e outro grupo da mesma turma tentará enviar uma segunda mensagem para Israel ainda hoje. Gostaria de entrar em contato com uma turma de terceira série do Japão. No ano passado, participei de uma conferência sobre "Intercâmbio Internacional de Professores ( "Teacher's International Exchange") na Universidade de Stanford, na Califórnia, com vinte educadores americanos e vinte educadores japoneses. Não consegui, porém, contato com nenhum professor do nível elementar que tivesse acesso a telecomunicações. Tenho aqui uma turma de terceira série querendo participar e esperando por um colega japonês. Quem pode nos ajudar?" Este relato vem de Harold Miller, de Seabury Hall, Maui, Hawaii: "Nossa escola (300 alunos) tem um "jornal" diário chamado NOON SCOOPS. Qualquer material que chegue ao secretário-geral até 10:45 é xerocado, conferido e colocado sobre as mesas durante dois períodos de almoço. Com freqüência, envio cópias por e-mail a Noon Scoops e convido os estudantes a participar respondendo. Tem funcionado bem." E de Sally Laughon de NorthCross School em Roanoke (VA): "Tenho utilizado uma boa parte da parede do
corredor em frente a minha sala de aula para afixar
mensagens do KIDLINK separadas por país de origem. Na
parede, as seções são marcadas por sinais e
bandeirinhas. Bandeiras, sinais, mensagens e mapas ocupam
uma outra seção ao lado do espaço do KIDLINK. Prendo
as folhas só em cima, para que formem um
"bloco" de mensagens que podem ser
consultadas para informações sobre os países que
participam. A parte superior fica a uma altura que
permita uma leitura confortável a um aluno de segundo
grau, e as mensagens se estendem até o chão. São
tantas as mensagens, que tive de sobrepor umas às
outras! Cissy Myers, professora de Linguagem na Morningside Middle School em North Charleston, South Carolina ( conforme The Instructor Magazine): "... Mandei seis ou sete crianças de cada vez para Jeanne, no laboratório de computação, e ela as ajudou a dar entrada nas respostas no computador. Alguns dias mais tarde, os primeiros participantes descobriram que tinham recebido uma enxurrada de respostas (53 páginas!) de crianças de todo o mundo. Os estudantes se revezaram para ler em voz alta as mensagens, em grupo ou aos pares, surpresos com o conteúdo e variedades das respostas. Paul, um menino de 12 anos, morador de Dublin, na Irlanda falou do quanto gostava de cantar em corais e que pretendia ser médico. Vargzen, de Yervan, na Armênia, disse que gostaria de um mundo sem guerras e sem fronteiras. As crianças ficaram especialmente encantadas ao descobrir as similaridades e diferenças entre suas respostas e as de seus colegas de outros países. Meus alunos, por exemplo, discutiam assuntos relacionados a drogas e violência, enquanto as crianças européias estavam mais preocupadas com poluição e ecologia. Meus alunos também se surpreenderam agradavelmente com o fato de que crianças de outros países falavam e escreviam em inglês." Barb Manchee da Pittsford Middle School, no estado de Nova York: "Levamos os alunos para a biblioteca e projetamos a tela do computador em um monitor de 25". Ligamos o modem, para que pudessem ouvir a discagem e seus olhos se iluminaram! Quando viram suas mensagens sendo enviadas, ficaram animadíssimas! Seria bom verem as mensagens chegando também. OUTRAS IDÉIAS 1) Apresentar a classe à tecnologia eletrônica. definir termos básicos, como modem, software, parâmetros, on-line, vídeo conferência , chat, upload, download, porta, moderador, lurking, etc. Mostre à turma como o modem se conecta ao computador e como utilizar softwares de comunicação. Filie-se a uma rede local de computadores. 2) Faça com que grupos de estudantes escolham países para estudar. Faça com que cada grupo estude os vários aspectos de um país (clima, idioma, economia, estrutura de governo, oportunidades de educação etc.) e depois relate para a classe. 3) Organize um "Almanaque KIDLINK", baseado nas pesquisas de seus alunos. Softwares de mapas podem ser usados como parte do projeto. 4) Deixe que seus alunos usem o computador, dando entrada nas respostas para as quatro perguntas do KIDLINK e salvando o texto em formato ASCII, em vez de pedir a outras pessoas (ou seria você?) que o façam por eles. 5) Incentive seus alunos a estabelecer relacionamentos com seus "colegas de teclado" de todas as partes do mundo através do KIDCAFE. Geralmente, é mais fácil conseguir isso respondendo mensagens recebidas do que enviando outras do tipo "Oi, escreva para mim". Alguns alunos, por várias razões, terão mais dificuldade em obter respostas. Quando isso acontecer, juntá-los a outros mais "bem-sucedidos" pode ser uma boa solução." Jerry Guy (jguy@pro-finders.cts.com) escreve: "Pelo sistema que adotei, os alunos possuem
e-mails individuais, mas não enviam mensagens
particulares ao RESPONSE, KIDCAFE, KIDS-ACT, ou
KIDPROJ. Atualmente, tenho apenas quatro crianças no sistema, e tive de me retirar do KIDCAFE até conseguir mais dinheiro. Com isso, meus usuários tiveram de fazer contatos diretos via e-mail. Felizmente, vou conseguir alguma a$$i$tência financeira este ano, e vou poder voltar ao KIDCAFE. Até lá, as crianças se contentam com e-mails, RESPONSE e KIDS-ACT. Mantenho uma lista com as últimas 1.000 entradas, de modo que cada usuário pode procurar por um contato cuja resposta chegou há muito tempo. RESPOSTAS DOS ESTUDANTES Data: Domingo, 3 de novembro de 1991 20:08:22
MET Os alunos da turma 6A da escola elementar Knarvik, na Noruega, responderam às quatro perguntas sobre o KIDLINK. Estão trabalhando no projeto desde o início da primavera de 1991. Quando terminarem a sexta série, vão para outra escola, para estudar as próximas três séries. (Veja a resposta número 4.) Achei as respostas tão positivas e interessantes, que decidi partilhá-las com você. As perguntas: (1) Qual é a sua opinião sobre o trabalho do
KIDLINK? Cada estudante elaborou suas respostas às quatro perguntas. A seguir, reuniram-se em grupos de cinco. Cada grupo, então, elaborou uma resposta onde incorporaram todos os diferentes "significados". Eis aqui um resumo das respostas: # Qual é a sua
opinião sobre o trabalho do KIDLINK? # Que resultados você colheu
do trabalho com o KIDLINK?
USO EFETIVO DE ÍNDICES Data: 8 de junho de 1992 22:42:00 EST Rebecca: Está cada vez mais claro que, para as relações entre os correspondentes funcionarem, os professores devem dedicar um bom tempo à digitação das mensagens para os alunos. Isso se deve `a carência tanto de tempo quanto de equipamento. Ser um professor de computação ativo significa que o tempo máximo que um aluno vem a minha classe são nove semanas. O curso de Telecomunicações é apenas uma pequena parte do currículo. Alguém tem alguma idéia de como maximizar a participação e minimizar o tempo? Imagino que muitas pessoas estejam se esforçando para resolver esses problemas... Eis aqui algumas opiniões minhas que tentei por em prática: 1- TENTEI que as crianças escrevessem suas mensagens em KidGramas especialmente impressos. A intenção era fazer com que depois elas passassem as mensagens para disquetes, e seriam enviados em grupo durante uma reunião ou por um professor. Bem, essa idéia foi um fracasso... 2- Criamos aqui clubes em ambas as escolas de ensino médio, esperando maior interesse/participação, mas estes jovens vivem a mais de 120 quilômetros por hora o tempo todo, e conseguir que se organizem para alguma coisa é um verdadeiro milagre. 3- Obviamente, fazer com que quem envia a mensagem indique seu nome e o da escola no assunto do mail do KIDCAFE é a melhor solução, mas nem sempre é observada. Segundo sei, as crianças de Protvino, Rússia, são as que mais o fazem. Assim como dizemos `as crianças que procurem encontrar correspondentes entre as que já participam, acho que os usuários locais devem insistir em que elas usem o melhor formato (padrão) para os assuntos das mensagens do KIDCAFE. 4- Tive outra idéia que vai precisar de mais estudo, mas fico pensando em quantas mensagens são enviadas ao KIDCAFE endereçadas a ALGUÉM, de pessoas procurando por colegas para se corresponder. Com todas estas mensagens, fica difícil para as crianças entender que a resposta NÃO deve ser outra mensagem do tipo "ESCREVA PARA MIM" , mas que devem escrever para alguém que já esteja procurando um correspondente. Acho que esta deve ser a regra geral... Depois de mandar suas respostas para RESPONSE, você deve endereçar uma saudação pessoal a uma determinada pessoa que já participe do KIDCAFE. Isso deve eliminar frustrações e mensagens repetitivas solicitando correspondentes (e todo o trabalho que acarretam). 5- Estou procedendo a uma análise quantitativa que me deve fornecer indicações dos resultados da estratégia acima (#4), além de outras. Estou estudando os dias da semana e horas locais em que há maior freqüência de mensagens para RESPONSE. Espero fazer isso também com o KIDCAFE. Com essas indicações, vamos poder saber a melhor hora para verificar e enviar mensagens, garantindo lugar no topo da lista. Em breve, terei os resultados. É só. Espero que a longa resposta tenha sido satisfatória. Mark |
Para maiores informações sobre a organização Kidlink, escreva para kidlink-info@kidlink.org. Versão na Web mantida por Patricia A. Weeg pweeg@shore.intercom.net - Atualizada em 4 de janeiro de 1998. Copyright ® 1997 Kidlink . Direitos reservados.. Traduzido por Neuza Maria Simões Capelo em 7/6/99 |